Motoqueiro da Paixão
À procura de uma
eloquente razão,
com sua permissão,
rogo sua persuasão.
Motoqueiro fantasma,
subo na sua garupa
e peço sua ajuda,
pois estou em penumbra.
Querido arauto,
ilumina meus passos.
Amado oráculo,
leia minha mão
e me diga:
como consigo
uma paixão?
Motoqueiro,
andamos o dia inteiro,
e o fantasma
eram meus próprios
tremores.
A eloquência
é como
um campo de flores,
e, assim como as flores,
precisamos saber
escolher os nossos
amores.
Motoqueiro,
chegamos ao fim
da estrada,
mas esse não é
o fim da minha jornada,
pois ela só acaba
quando a paixão
for encontrada.
Declaro-me réu do meu próprio coração.
Com Carinho, Bruno Zampirolli 🛵


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