Término da Infância
Moscas, flores e pequenos insetos
Agora repousam
Em seu corpo sem vida.
O que um dia foi inocente e puro,
Hoje, jogado ao relento,
Aprisionado às memórias,
Solitário, sucumbe
À passagem do tempo.
Nosso torso cresceu,
Nossa voz mudou,
Os boletos chegaram,
E o sossego acabou.
Ansiosos, questionamos o futuro,
Sem nunca esquecer
Que agora nossa querida infância
Não passa
De um antigo sapato apertado,
Que amamos,
Mas que já não nos serve mais.
Com carinho, Leandro Braga.
Revisado por Bruno Braga.



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